Justas e oportunas serão todas as homenagens que deveriam ser prestadas a Severiano Mário Porto, contanto que elas possam resgatar a obra deste arquiteto da sustentabilidade amazônica, para as novas gerações.
Apesar dos esforços para conter as chamas que ainda avançam no Pantanal brasileiro e demandam atenção, é urgente planejar a recuperação do que foi destruído.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.