Com ou sem mistérios, Amazônia precisa abrir mão de miragens e promessas e se impor como valor simbólico, biótico, climático, mineral, seu acervo hidrológico, alimentar e comercial, portanto, traduzível em cifras e fator de transformação e afirmação de brasilidade, e buscar seus próprios rumos.
O Floresta+, inicialmente (e falsamente) vendido pelo ministro Ricardo Salles como “o maior programa de pagamento por serviços ambientais do mundo”, obteve US$ 96,5 milhões (cerca de R$ 500 milhões) do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês). A negociação foi iniciada em 2018, no governo Temer.
Ministério do Meio Ambiente divulgou finalmente informações sobre o programa Parque+, de fomento ao ecoturismo nas unidades de conservação federais, porém sem participação do ICMBio
A programação irá abordar desde conceitos sobre educação ambiental e políticas públicas direcionadas ao tema, a reflexões sobre a aplicação do conceito dentro do ecoturismo.
O Painel da Economia Amazonense registra reação da atividade em julho, impulsionada pela indústria. O faturamento cresce, as motocicletas ampliam a produção e os condicionadores de ar ensaiam recuperação, embora os indicadores acumulados ainda revelem perdas.
Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.