A mistura de arte e ciência resultou no livro “O sauim isso e aquilo”, que busca dar visibilidade e sensibilizar as pessoas para necessidade de conservar o macaco, que ocorre apenas no Amazonas
Notícias de ontem: comentários sobre a agricultura amazônica é o novo livro publicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A obra retrata fatos e...
Agência FAPESP – Um projeto desenvolvido pelo Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (IQSC-USP), em parceria com escolas públicas...
Depois de uma passagem pelo Rio de Janeiro, a mostra Darwin: Origens & Evolução desembarca no Centro Cultural Fiesp, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Elas podem ser consideradas pragas ou peças fundamentais de um fino ecossistema; pesquisadores descobriram que o interesse por formigas aumenta durante meses mais quentes.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.