Tag: Desmatamento Zero

IBAMA será rígido na fiscalização de crimes ambientais, diz Rodrigo Agostinho

Depois de quatro anos de desmonte e enfraquecimento institucional, o IBAMA está retomando seu papel na fiscalização contra crimes ambientais. Mesmo com as limitações...

Vamos cumprir meta de desmatamento zero ate 2030, diz Lula

Na reunião ministerial em que apresentou os resultados dos primeiros 100 dias de seu governo, o presidente Lula disse que o Brasil vai cumprir...

Silêncio das rãs mede desmatamento na Amazônia

Estudo mostra que, nas regiões degradadas da Amazônia, diminuiu a quantidade de água evaporada e transportada pelos chamados rios voadores, impactando a biodiversidade da...

Amazônia: presidente da Alemanha reforça apoio ao Brasil

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Marina Silva: Confira as novas propostas para o Meio Ambiente

Nathalia Passarinho e Andre Biernath - BBC NEWS Confirmada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério do Meio Ambiente no próximo...

Fundo Amazônia: retomada pode ajudar Lula atingir desmatamento zero

Mais uma boa notícia para a retomada do Fundo Amazônia. Depois da Noruega, o governo da Alemanha sinalizou sua disposição em descongelar os repasses financeiros...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.