Além do desmatamento zero, o governador do Estado também destacou a importância das populações ribeirinhas e tradicionais na construção de políticas ambientais eficazes.
A administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabeleceu como uma de suas metas principais o desmatamento zero até 2030, um objetivo ambicioso...
O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) anunciou o lançamento do curso "G_DeZ, a Jornada de Líderes pelo Desmatamento Zero na...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.