Tag: Desmatamento Zero

O café que brota da floresta: sabedoria indígena e ciência se unem no grão perfeito da Amazônia

"Produzido por indígenas Suruí na Terra Sete de Setembro (RO), o café que alcançou nota máxima em concurso nacional é símbolo de uma economia...

Amazonas lista desmatamento zero e créditos de carbono como prioridades para COP30

Além do desmatamento zero, o governador do Estado também destacou a importância das populações ribeirinhas e tradicionais na construção de políticas ambientais eficazes.

Ligando os pontos do PIM e da Bioeconomia

O PIM será locomotiva ainda mais forte para a bioeconomia se cumprir plenamente o que os incentivos prometem para o modelo atual. Os pontos do...

Bioeconomia é a estratégia para alcançar desmatamento zero até 2030, afirma secretário

A administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabeleceu como uma de suas metas principais o desmatamento zero até 2030, um objetivo ambicioso...

Imaflora lança curso voltado para o desmatamento zero na Amazônia até 2030

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) anunciou o lançamento do curso "G_DeZ, a Jornada de Líderes pelo Desmatamento Zero na...

Exploração de petróleo na margem equatorial pode comprometer desmatamento zero

Em meio à COP28, o Brasil se depara com um dilema ambiental crítico: a exploração de petróleo na foz do Amazonas e outras bacias...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.