Em busca de combater as mazelas sociais que acometem a região mais paradoxalmente pobre do país, um grupo de técnicos e cientistas se reuniram para elaborar um plano para o estado do Amazonas liderar o futuro de ciência e tecnologia trazendo desenvolvimento mantendo a floresta em pé
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o objetivo é aprofundar as relações com o banco chinês do ponto de vista do financiamento, para acelerar os investimentos em setores estratégicos como transição energética, saneamento, tecnologia, mobilidade urbana e infraestrutura.
E nós não podemos ficar de braços cruzados para conferir se, dessa vez, vamos figurar pra valer no sumário dos programas prioritários da República. Ou não será preciso espernear que o fim da Zona Franca de Manaus será uma crise humanitária de graves proporções, envolvendo todas as tribos e populações originárias e operárias da Amazônia?
O amazônida tem mentalidade engenhosa, capacidade de combinar inteligência, força e inspiração para promover um movimento de renovação com pensamento de longo prazo, estruturando meios e alinhamentos necessários ao desenvolvimento socioeconômico sustentável.
Desafios
Com seus objetivos inseridos na Constituição Brasileira, a Suframa padece de autonomia financeira e administrativa para exercer com mais efetividade a um dos propósitos fundamentais da Constituição do Brasil, “erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, aquele que mais se agravou ao longo dos últimos anos.
Abraçar a Zona Franca de Manaus, e aplicar parte substantiva de seus recursos na região, significa conferir dignidade às populações locais, geração de recursos para proteger a floresta, implantar polos robustos de biotecnologia, de tecnologia da informação e da comunicação, conferindo aos jovens desta geração oportunidades do protagonismo para desenvolver atividades econômicas sustentáveis para realização profissional e pessoal de cada um e para ajudar o Brasil a deixar o atraso.