Mais do que atrair investimentos, precisamos criar as condições para que os investidores queiram vir para Manaus. Temos aqui um dos motores da indústria do Brasil e daqui podem sair grandes ganhos para o país e para a sua nova atuação na geopolítica global, onde a Amazônia ganha um papel central.
“Vale lembrar, com efeito, que saíram das receitas geradas pelo Polo Industrial de Manaus parcelas robustas dos recursos de P&D para bancar pendências do referido programa Ciência Sem Fronteiras, por isso, nada mais justo que estes cientistas aquinhoados e aqueles que, por eles possam ser recomendados, venham nos ajudar a consolidar as próximas etapas da diversificação, adensamento e interiorização do desenvolvimento.”
O PL define economia da biodiversidade como “atividades econômicas formadas por cadeias produtivas sustentáveis que vinculem proteção e produção, tendo como premissa a agregação de valor à produção sociobiodiversa e o respeito ao modo de vida e diversidades culturais de povos e comunidades tradicionais, e formação de mercados justos”
Com verbas de P&D já recolhidos das indústrias em Manaus o orçamento do novo CBA, poderia aumentar o investimento do Centro para mais de R$ 300 milhões
A ABRACICLO acompanha e apoia a iniciativa Diálogos Amazônicos da Fundação Getúlio Vargas - FGV, que reúne profissionais de alto nível científico, lideranças acadêmicas, entidades de classe do setor privado e gestores públicos relacionados à defesa da bioeconomia, entre as alternativas do desenvolvimento socioeconômico e ambiental da Amazônia, nos parâmetros sagrados da sustentabilidade, sua proteção florestal e prosperidade social.
Com a Zona Franca de Manaus, foi criada, de fato, uma simbiose econômica com um centro comercial, industrial e agropecuário, cada um obedecendo suas características e limitações próprias.