Para transformar nosso potencial comparativo em vantagens competitivas, fortalecendo experiências exitosas e aperfeiçoando os mecanismos existentes, precisamos remover as barreiras nos setores público e privado que reduzem a nossa capacidade de competir nos mercados interno e externo.
Não se pode esperar que as questões de desenvolvimento do País, no médio e no longo prazo, fiquem na dependência dos resultados finalísticos do novo ajuste fiscal, pois algumas dessas questões trazem em si as sementes de uma reprodução perversa no curto prazo. Como dizia Sêneca “dedica-se a esperar o futuro quem não sabe viver o presente“
Adotar esses parâmetros significa direcionar recursos de P&D&I para a produção de alimentos, de medicamentos e de cosméticos, pois nosso banco genético tem soluções surpreendentes para cada um desses setores. Vale lembrar que todos esses segmentos estão previstos nos programas prioritários de Bioeconomia, estipulados pelo governo federal através da Suframa, órgão gestor da contrapartida fiscal e da promoção de investimentos.
Representantes da indústria, governo e academia defendem descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Projeto será votado no dia 12 de agosto pelo Senado
Representantes da indústria, governo e academia defendem descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Projeto será votado no dia 12 de agosto pelo Senado
A Amazônia Legal representa, 60% do território brasileiro, mas responde por menos de 8% do nosso PIB. Isto significa que não somos “eficientes” no uso de nosso território do ponto de vista econômico.