"Assim como muitos rios da Amazônia, o Brasil lastima a destruição natural dos seus igarapés, como os “rios” Tietê e Pinheiros, que banham a capital paulista, e sabe da gestão laissez-faire do poder público, que se reflete na indiferença do tecido social. E com toda riqueza paulista, ninguém logrou tirá-los da UTI até hoje. Se as leis da preservação foram mal feitas não podemos compactuar com os malfeitos da civilização. Apenas precisamos mobilizar a Ciência antes de fazer leis nessa relação natureza e cultura, decisiva para a Amazônia e para a Humanidade."
"Fazermos vista grossa com os delitos para justificar oportunidades é virar as costas para a depredação. E quando se trata de Amazônia, a meia verdade é muito mais grave do que a mentira."
O projeto da Zona de Desenvolvimento Sustentável dos Estados do Amazonas, Acre e Rondônia (Amacro) tem lançamento previsto para os dias 19 e 20 de abril
Voltado especialmente a micro e pequenos empreendedores, abrangendo também negócios comunitários, documento do Escolhas explica os principais conceitos da Lei e o passo a passo do cadastro de pesquisas e produtos
No Brasil, 85% da população mora em áreas urbanas. Entre 2013 e 2016, cerca de 50% das cidades brasileiras sofreram com secas, 31% delas experienciaram situações de alagamentos e 29% incorreram em enxurradas ou inundações bruscas.
Aqui habitam as soluções miraculosas para essas demandas globais. Com um detalhe, é insano desmatar, queimar e fazer pasto desse almoxarifado genético de valor incalculável.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.