Escolhido como principal representante da Amazônia para compor a Academia Mundial de Ciência, TWAS, da sigla em inglês, Adalberto Luís Val recebeu o editor do Portal BrasilAmazôniaAgora , do qual é um dos fundadores, para falar de Ciência e de seu papel no enfrentamento das desigualdades regionais de um Brasil dividido e em crise. E aproveitou para questionar as promessas internacionais e messiânicas de apoio para pesquisa e desenvolvimento sustentável da Amazônia. Confira:
Documentos apresentam propostas de desenvolvimento e proteção ambiental, partindo do princípio que as populações locais devem ser as primeiras a ser consideradas em qualquer plano que se faça para a região
Outro destaque é a movimentação para emplacar a Bioeconomia como o novo polo de diversificação da economia e do desenvolvimento, sempre focado no paradigma da sustentabilidade e interlocução permanente com as unidades federativas de abrangência atribuídas legalmente à Suframa, a Amazônia Ocidental, mais o Estado do Amapá
O tema do momento é a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), que encerra oficialmente hoje, em Glasgow, na Escócia. Nas negociações e nas falas, inclusive de diversos governadores brasileiros que participaram do evento, os investimentos em bioeconomia são fundamentais para que os países consigam cumprir os acordos firmados, principalmente na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.