A Amazônia é muito extensa e já está em tempo de o progresso chegar também nas regiões menos favorecidas. Mas, o que deve ser feito? Primeiro, o desenvolvimento de um plano com meta visando um período de longo prazo, de 10 a 15 anos.
Para a Amazônia não é propriamente um beco sem saída como pode parecer, mas talvez seja a ocasião de se pensar no seu próprio arquétipo de desenvolvimento.
“Todo dia apresenta um novo raio de esperança para o país que se autodenomina república. Pode ser que aos poucos nos tornemos uma república – reconhecendo e apoiando os menos favorecidos. Por ora, apenas os reconhecemos e os exploramos. Em praticamente todos os níveis e para todos os lados.”
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