A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.
III. O PLANEJAMENTO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE ESTADOS E MUNICÍPIOS
Projetos de Investimento
Aglomerações Produtivas de Micro e Pequenas Empresas
Paulo R. Haddad - Belo Horizonte -Fevereiro/2026
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A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas