“A rigor, o Fundo de Sustentabilidade da Amazônia já existe. São fundos que já foram criados, são mantidos e legalmente assegurados pela ZFM, mais precisamente pelas empresas do Polo Industrial de Manaus. Eles são focados, de modo especial, na interiorização do desenvolvimento. São repasses que já existem, e faz muito tempo, mas não foram capazes de remover os deploráveis IDHs do beiradão, portanto, ainda não são efetivos. Quando é que vamos parar para por em pauta essa questão?”
“Certamente, as Comissões Setoriais do CIEAM, em linha com as instituições de pesquisa regionais e as estruturas de qualificação e treinamento de SESI e SENAI, historicamente encarregadas dessa tarefa, poderão avançar o desafio da diversificação na cadeia de suprimentos”.
“De quebra, CIEAM 44 anos depois, é a certeza de que é possível gerar a energia limpa e contagiante dos bons propósitos que, por serem comuns, são efetivos na construção de um futuro mais justo e mais próspero que já começou”.
Presidente do Conselho Superior do CIEAM, Luiz Augusto Rocha, se une aos conselheiros da entidade, onde a participação feminina cresce e aparece, e aos responsáveis pelas Comissões Setoriais, para prestar contas e destacar planos da nova gestão.
Abrigando um enorme potencial de desenvolvimento e geração de riquezas a bioeconomia na Amazônia vem se solidificando com uma das grandes bandeiras de construção de um futuro mais sustentável e transformar a vida de milhares de brasileiros