Pode-se afirmar que a conjunção das políticas de desenvolvimento regional e as políticas sociais compensatórias previstas na Constituição de 1988 ou politicamente definidas após a redemocratização do País, contribuíram para que não se configurasse um apartheid socioespacial no início do século 21, a partir de programas de integração nacional. Regiões pobres cresceram mais rápido do que regiões ricas e famílias mais pobres se beneficiaram das políticas sociais do Bolsa Família, Lei Orgânica de Assistência Social, da Previdência Social, entre outras nos três níveis de governo. Contudo, o apartheid socioespacial continua latente na sociedade brasileira.
“Somente com uma visão compartilhada e esforços coordenados da Suframa será possível superar os desafios atuais e garantir um futuro próspero e sustentável para a Amazônia e os Amazônidas.”
“Juntos, temos a responsabilidade e a oportunidade únicas de moldar o futuro da Zona Franca de Manaus e, por extensão, da Amazônia, assegurando que o legado desta terra rica e diversificada seja preservado para as gerações futuras.”
“A Suframa tornou-se uma oportunidade para reafirmar o compromisso comum de um futuro onde o desenvolvimento econômico, a justiça social e a sustentabilidade ambiental andem de mãos dadas, garantindo um legado duradouro para as gerações futuras.”
Em um movimento estratégico de cooperação internacional, o Japão anunciou na quinta-feira uma significativa doação de 400 milhões de ienes (aproximadamente R$ 13 milhões)...