É evidente que essa visão míope do valor da floresta não reflete seu valor real, nem em curto prazo e muito menos a longo prazo, especialmente se o país pretende ser um membro do primeiro mundo”.
A conclusão consta de um estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que avaliou a situação de cerca de 20 mil populações selvagens dessas espécies.
A degradação ambiental nas favelas das capitais do Brasil é a mesma das cidades da Amazônia e decorrem todas elas da política nacional até então praticada, não tendo nada a ver com queimadas ou desflorestamento da floresta.
Os dados são de um estudo do IBGE publicado ontem (24/9), o qual analisa as mudanças no uso da terra nos diferentes biomas brasileiros desde o começo deste século.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.