Uma indústria de defesa, portanto, se posiciona como um novo vetor de desenvolvimento econômico e tecnológico, na diversificação no Polo Industrial de Manaus (PIM). São sinergias potenciais entre as capacidades industriais locais e as necessidades estratégicas das Forças Armadas do Brasil. O encontro, realizado na sede do Comando Militar da Amazônia - CMA, foi visto como uma plataforma de oportunidades para a indústria da Zona Franca de Manaus. Saltam aos olhos essas oportunidades na Base Industrial de Defesa (BID), sinalizando uma nova era de colaboração e inovação.
A ação se dá em combinação a outras pastas, enquanto o Ministério da Defesa terá mais ações preventivas nas fronteiras, o acesso ao território yanomami segue sendo responsabilidade dos ministérios da Saúde e Povos Indígenas.
A BDS, empresa amazonense localizada no Polo Industrial de Manaus, tornou-se assim a primeira empresa do país no segmento a ter um produto homologado pelo Ministério da Defesa como Produto Estratégico de Defesa
Segundo professor de Relações Internacionais Ricardo Cabral, as capacidades das Forças Armadas na região amazônica devem ser ampliadas, mas para atender às necessidades internas do país.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas