O novo sistema trazido com o acordo será usado para detectar rotas ilegais de tráfico, queimadas e pistas clandestinas, ampliando a capacidade do governo brasileiro de monitorar e coibir crimes na Amazônia.
Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.