Dados são de pesquisa da Fundação Amazônia Sustentável
Uma pesquisa de opinião realizada em Manaus pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) aponta que 72,6% da população...
O tijolo ecológico é uma alternativa para a construção civil. Além de gerar impacto ambiental muito menor do que o produto tradicional, sua produção...
O governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima), está sacrificando três centenárias e respeitáveis instituições: o Instituto Florestal, extinto pela Lei 17.293/2020, e os institutos Geológico e de Botânica
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.