A ideia é que mesmo no aterro – quando o filtro chegar ao fim de sua vida útil – o utensílio continuará armazenando carbono e não produzindo gás metano, como acontece com o descarte de restos de alimentos.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.