Operação faz parte do Plano Amazônia 2021/2022 que visa inibir crimes ambientais e preservar a Amazônia Legal
Manaus (31/08/2021) - Uma operação realizada pelo Instituto...
O ministro do meio ambiente, Joaquim Leite, foi ao Senado ontem e teve que escutar a senadora Kátia Abreu perguntar como ele pretende combater o desmatamento...
Abrangendo todo o território nacional, incluindo grande parte da área marítima, o equipamento pode receber dados de todos os satélites de observação da terra,...
Uma das prioridades externas do governo Bolsonaro é a adesão do Brasil à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), tida como o “clube...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.