Também serão entregues mais 60 leitos de UTI e 180 leitos de enfermaria referendados para o tratamento da covid-19, e 55 leitos para tratamento de outras enfermidades.
O Governo do Amazonas recolheu cilindros de oxigênio doados para serem enviados a estados que atualmente enfrentam escassez do insumo no atendimento a pacientes...
Antes que a clínica onde estava internada ficasse sem oxigênio, Maria Auxiliadora da Cruz, moradora de Manaus, no Amazonas, dava sinais encorajadores de progresso...
Cientistas brasileiros trabalham para entender a nova variante do coronavírus encontrada no Amazonas. Ao mesmo tempo, médicos lutam para tentar conter a escalada nas...
O Comando Conjunto Amazônia, empregando aeronaves C-130 da Força Aérea Brasileira, realizou neste final de semana o translado de 350 cilindros de oxigênio, da...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.