“A Lei da Biodiversidade, sancionada em 2015, surgiu como tentativa de corrigir o excesso de burocracia do modelo anterior, promovendo um sistema mais funcional...
O debate sobre o futuro da Amazônia tem sido encharcado por boas intenções e palavras vazias. Mas a floresta em pé não se sustenta com retórica. Ela exige tecnologia, pesquisa, gente qualificada — e compromisso produtivo com a vida.
Estudo com abelhas sem ferrão destaca o valor da biodiversidade como fonte de inseticida natural e impulsiona alternativas sustentáveis na indústria farmacêutica
Estamos, assistindo ao surgimento de uma economia que pensa como a floresta: integrada, complexa, resiliente. Do açaí à borracha, da fibra à plataforma digital, da pesquisa científica ao investidor global, a floresta em pé se converte em sistema produtivo e modelo de futuro. Um ecossistema de atores que mostra a Amazônia não apenas pelo que se conserva, mas pelo que se constrói a partir do respeito à sua lógica viva.
A presença das Forças Armadas na Amazônia nunca foi apenas uma operação militar. Sempre foi — e cada vez mais precisa ser — um projeto de Estado, de Nação e de futuro. Em tempos de instabilidade geopolítica, mudança climática e pressão internacional sobre os biomas tropicais, o Comando Militar da Amazônia (CMA) reafirma seu papel como guardião não apenas das fronteiras físicas, mas também das fronteiras do conhecimento, da presença institucional e da soberania cidadã.