A pesquisa também foi capaz de reduzir as células senescentes, aquelas que deixam de se dividir e ficam se acumulando no organismo, em 37%, dando espaço para que células novas e saudáveis se multipliquem.
“Pouco se fala em seres humanos na Amazonia. É irônico pensar que um ser humano não tenha desejos de crescer socialmente e viver com dignidade, tendo acesso a saúde, a educação e oportunidade para dias melhores aos seus descendentes. Assim, projetos para Amazonas devem ter como métrica os benefícios sociais e econômicos para a população local, evidenciando-se também os cuidados ambientais”
O físico Luiz Davidovich viu os grupos de pesquisa e o corpo de professores e de estudantes crescerem, mas sente falta de maior convivência entre os especialistas de áreas diversas.