Muito se fala que a Amazônia é chave na preservação da biodiversidade e na regulação do clima. Também é essencial no processamento de vapor de água para o Brasil central e sul, tem a maior diversidade do planeta, o ciclo hidrológico mais intenso, além de ser o maior repositório de carbono de qualquer região continental. Mas, mesmo sendo estratégica, suas características e importância mundial levam a questões complexas:
Proteger a saúde ou a economia, cuja estagnação também tem consequências nefastas sobre o povo? Obedecer às boas práticas preconizadas pelos especialistas ou resistir...
“Além da Bioeconomia, vários novos negócios estão rodando. Precisamos nomeá-los, priorizar os mais promissores e financiar outros para que peguem vento. Sem conflito nem confronto”.
Esse modo de ver tem origem e representa a perspectiva do estrangeiro. Ele constitui um dos principais problemas de gestão da floresta e da formação do Brasil. Quando o assunto é Amazônia, o brasileiro pode ser tão gringo quanto, bem, os próprios gringos.
"De uma coisa estamos certos, sem o envolvimento de atores locais amazônicos, onde habita 20% da biodiversidade do planeta, iremos a lugar algum [...] Que tal uma conferência amazônica com mapeamento de prioridades, oportunidades, métricas, metas e avaliação dos resultados, ouvindo quem entende do riscado?"