Em um país de vastas dimensões como o Brasil, enfrentar adversidades climáticas é uma constante, estamos vivendo isso com os Rios do Amazonas. Enquanto...
Em meio ao aquecimento global, as águas oceânicas, uma vez refrescantes, estão se tornando surpreendentemente quentes, lembrando caldeirões ferventes em alguns locais. O arquipélago...
Cientistas mostraram que períodos longos de seca e grandes desmatamentos estão tirando a capacidade da floresta de se regenerar
DO OC – A floresta amazônica...
Ao menos 78 pessoas morreram em Petrópolis após chuvas extremas caírem no município nesta 3ª feira (15/2). Há 35 desaparecidos e dezenas de desabrigados....
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.