O projeto de industrialização do país não pode ficar refém de setores subsidiários de matrizes mundiais e que vão na contramão das nossas potencialidade de desenvolvimento inclusivo e ambientalmente sustentável.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura