As autoridades dos Estados Unidos emitiram um alerta após capturarem no estado de Connecticut mosquitos contaminados com o vírus da encefalomielite equina oriental, doença considerada rara e perigosa....
Órfãos da pandemia somam 113 mil crianças no Brasil, desafiando famílias na busca por alternativas para evitar sua transferência para abrigos
Entre março de 2020...
Relatos nas redes sociais contam histórias de pessoas que se infectaram por covid-19 ou morreram de complicações da doença mesmo após tomarem a vacina.
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Uma cientista do alto escalão do governo americano alertou que os Estados Unidos enfrentam uma "catástrofe iminente" com o aumento dos casos de coronavírus...
Nesta Semana do Consumidor, que começa nesta segunda-feira (15), as lojas virtuais estão com promoções de até 80% e parcelamentos em 12 vezes. Contudo, é preciso...
Especialistas que assessoram a agência sanitária americana, a Food and Drug Administratin (FDA), recomendaram nesta quinta-feira (10/11) a aprovação emergencial da vacina contra o coronavírus produzida...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.