A falta de árvores, combinada com extensas superfícies pavimentadas expostas ao sol, como o concreto, agrava ainda mais a elevação das temperaturas em determinados bairros e contribui para as ilhas de calor.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.