Há um consenso entre os arautos da mudança liberal, com forte apoio midiático do Sudeste, segundo o qual a Bioeconomia cumprirá o papel messiânico de renovar a paisagem sócio econômica do Amazonas
A razão de chegar a “conclusões” é que nesta primeira quinzena de setembro, finalizei um ciclo pessoal na função de Coordenador da Comissão de Logística do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (CIEAM).
Basta olhar os cadernos, livros e apostilas do ensino médio e, muitas vezes, no ensino superior no Brasil, para entender essa ruptura danosa deste país. Um disfarçado descaso com sua porção amazônica.
“Não precisamos dos bancos para novos diagnósticos. Já temos e sabemos o que dá certo. Se estiverem dispostos, vamos criar fundos de investimentos com taxas positivas e construtivas a favor da sociedade e menos da acumulação desmedida.“
Uma forma de operacionalizar as ações propostas é a constituição de um fundo, sob a forma de consórcio privado de financiamento e de venture capital, para apoiar projetos de investimentos relacionados com a preservação, a conservação e a reabilitação dos ecossistemas dos diferentes biomas amazônicos.