Deixar de enfrentar a crise social brasileira com determinação política, numa atitude de complacência neomalthusiana, é abrir espaço para o avanço da fome entre os pobres e os miseráveis.
Qual o sentido de anunciar Manaus como Centro Mundial de Bioeconomia sem assegurar reinvestimentos dos recursos produzidos pelo próprio modelo para este fim de qualificação das pessoas e instituições?
Precisamos evoluir da fofoca para a gestão pública e os candidatos apenas estão espelhando o que a sociedade tem exigido deles. Ou seja, a culpa nunca é “deles”, mas de todos nós (ou da maioria de nós) que se afeiçoa mais a fofoca do que ao trabalho.
Um cidadão e um guerreiro da cidadania, com visão atenta, não apenas nos destinos de nossa economia, mas sobretudo no desenvolvimento do Estado e no benefício de nossa gente.
O segmento eletroeletrônico foi o escolhido pela comitiva da alta gestão da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para completar a agenda de...