“A fábrica de vacinas, que a empresa construiu em Cingapura, em 2005, seria em Manaus. Política partidária e burocracia excessiva foram os argumentos da empresa para explicar porque os grandes laboratórios não investem em pesquisa no país.”
A resposta mais imediata para essa questão seria dizer que, caso isso ocorresse, as consequências seriam catastróficas. É claro que nós, brasileiros, as sofreríamos de maneira mais rápida, mas o impacto do desaparecimento da floresta seria sentido em todo o mundo.
Abominamos essa dicotomia de salvar vidas ou manter a economia. Essas realidades não podem, de modo algum, ser dissociadas, muito menos colocadas em hierarquia. A questão prioritária e essencial é a primazia da vida humana.
O mercado indica que atualmente o Brasil possui cerca de 22 milhões de M² de Condomínios Logísticos e a taxa de vacância oscilando entre 15% a 25%, dependendo da instável e oscilante economia de mercado brasileiro.