“Com a pandemia da Covid-19 e a falta de produtos necessários até mesmo para nos salvar, a criatividade vem à tona de forma forçada, como um instinto de sobrevivência”.
“O Estado do Amazonas tem todas as premissas para protagonizar uma governança econômica brasileira em âmbito mundial. A A agricultura, a mineração e, porque não dizer, a bioeconomia poderiam ser o carro-chefe da mudança no rumo da diversificação, adensamento e regionalização da economia”.
O Brasil, sem se dar conta, percebe a importância da economia instalada no Amazonas, de onde emanam empregos e onde funciona um programa de desenvolvimento reconhecido pela OMC e União Europeia, por sua capacidade de fazer a economia andar de mãos dadas com o meio ambiente
“A fábrica de vacinas, que a empresa construiu em Cingapura, em 2005, seria em Manaus. Política partidária e burocracia excessiva foram os argumentos da empresa para explicar porque os grandes laboratórios não investem em pesquisa no país.”
A resposta mais imediata para essa questão seria dizer que, caso isso ocorresse, as consequências seriam catastróficas. É claro que nós, brasileiros, as sofreríamos de maneira mais rápida, mas o impacto do desaparecimento da floresta seria sentido em todo o mundo.
Abominamos essa dicotomia de salvar vidas ou manter a economia. Essas realidades não podem, de modo algum, ser dissociadas, muito menos colocadas em hierarquia. A questão prioritária e essencial é a primazia da vida humana.