“Peter Drucker dizia que 'a melhor forma de prever o futuro é criá-lo' e que 'o plano de longo prazo não lida com decisões futuras, mas com o futuro das decisões presentes'. Assim, é necessário que se estabeleça um processo de planejamento de longo prazo para tratar as nossas questões estruturais, articulado com um conjunto de políticas econômicas que cuidam dos problemas conjunturais.”
"De uma coisa estamos certos, sem o envolvimento de atores locais amazônicos, onde habita 20% da biodiversidade do planeta, iremos a lugar algum [...] Que tal uma conferência amazônica com mapeamento de prioridades, oportunidades, métricas, metas e avaliação dos resultados, ouvindo quem entende do riscado?"
"É possível conciliar, assim, o desenvolvimento no bioma Amazônia, com metas de melhoria dos IDHs dos municípios, e com diversificação produtiva, com a floresta...
No caso do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ele acusou o segmento de ganhar milhões a fundo perdido para fabricar bikes na floresta. Aí já é demais. Como pode ser tão desinformado no trato de um polo industrial tão respeitado mundialmente como o de Manaus onde não há dinheiro público na sua instalação e desenvolvimento?
o poder público do Brasil não tem utilizado, historicamente, a ferramenta diplomática do entendimento com quem produz riqueza e receita pública para seu sustento, estrutura e funcionamento. Isso ocorre desde o fracasso do Ciclo da Borracha fruto de viseiras nefastas que impedem a Nação de descobrir que aqui residem as metas, métricas e os melhores resultados em termos de desenvolvimento da economia da sustentabilidade que temos a oferecer. Não enxergamos caminho melhor…