Quem não viu este amontoado de acertos foram os últimos governantes do Brasil. Um após o outro nada fizeram para apostar e abraçar um grande projeto de diversificação da economia local. E não se deram conta que o Estado do Amazonas, pelas riquezas aqui geradas e pelo percentual de floresta conservado, deveria ser assumido como a maior política ambiental do país.
Proposta traz princípios norteadores e cardápio de estratégias para uso e conservação do mar. Atualmente, a gestão do bioma acontece de forma fragmentada
Num momento onde a ideologia do liberalismo econômico é mais forte do que nunca no dito e no não dito das pessoas, é fácil assumir-se liberal na economia. Difícil é respeitar as instituições. Difícil é respeitar o rito do processo legal, e os direitos humanos.
Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.