Dois mil e vinte e um foi um ano no qual todas as previsões dos cientistas sobre os impactos do aquecimento global desfilaram num compacto aterrorizante diante dos olhos da humanidade. Num intervalo de poucos meses, vimos seca extrema no Brasil, incêndios no Mediterrâneo, calor de 50 graus no Canadá, um ano de chuva caindo em uma semana na China e enchentes devastadoras na porção mais rica do mundo. A cidade de Madri teve em janeiro sua maior nevasca e em agosto sua maior temperatura já medida. E isso porque foi ano de La Niña, quando em tese o planeta inteiro resfria.
O tempo urge, nossa independência chega ao bicentenário e a economia da Amazônia tem tudo para contribuir nos fundamentos da economia sustentável e inovação tecnológica da nova e exuberante civilização brasileira.
"O país tem reafirmado, historicamente, sua incapacidade de compreender, valorizar e abraçar a Amazônia, avaliar e rentabilizar suas riquezas com inteligência e sustentabilidade. [...] Oxalá sejam os eleitores mais atentos, posto que alcançados pelos estragos dessa negligência, e optem por promotores dignos e capazes desta urgente correção."
“Continuaremos a mapear nossas riquezas pelo bem do Brasil e do nosso povo” disse ministro do Gabinete de Segurança Institucional, em resposta à denúncia da Folha de S. Paulo
Incêndio iniciou na quinta-feira (2) e levou mais de 13 horas para ser contido. Multa para o proprietário da fazenda onde iniciou o fogo foi calculada em 312 mil reais
Chamada de Caminhos do Peabiru, trilha tem 1.550 no trecho paranaense, que vai de Paranaguá a Guaíra. Caminho era usado por incas e guaranis, antes da colonização
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.