Desmatamentos, vulnerabilidade de povos indígenas, possibilidade de aparecimento de novas doenças, urbanização precária: cenário, que se degradava rapidamente com governo Bolsonaro, piorou na pandemia. Mas é possível transformá-lo.
“Todas essas nuances, entretanto, deveriam ser uma pauta do Conselho da Amazônia dentro das diretrizes formuladas por Hamilton Mourão, o vice-presidente da República, um general de sangue indígena, que tem a oportunidade de apresentar ao país essa Amazônia, até aqui sem rosto, que carece de integração, respeito e oportunidades”.
Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.