Após mais de uma década de intensas pesquisas, cientistas brasileiros, liderados pela Universidade de Brasília (UnB), alcançaram um marco significativo na agricultura sustentável. Eles...
Óleos essenciais, como o derivado da pimenta-do-macaco, têm ampla aplicação industrial.
Um levantamento inédito prevê que a implementação da bioeconomia no Brasil pode gerar um faturamento industrial...
A descoberta abre caminhos para desenvolvimento de biotecnologias agrícolas mais sustentáveis a partir da biodiversidade brasileira
Por Paula Castro - UNICAMP
Pesquisadores encontraram uma diversidade inédita...
Entrevista por Suzana Camargo - Conexão Planeta
Um dos principais desafios na agricultura do mundo todo é a dependência no uso de fertilizantes, muitas vezes...
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) realizou mais uma etapa da 2a. Oficina de Capacitação em Agricultura Orgânica, desta vez para 140 produtores...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.