Nem todos veem região como “almoxarifado do mundo”… Empresas, ativistas e cientistas dos países amazônicos têm propostas para preservação — unindo cooperação internacional, respeito a saberes tradicionais e a potência das florestas em pé
Professor de Ciências Ambientais da USP e um dos maiores especialistas brasileiros no tema diz que Brasil poderia ser um líder da chamada biodiplomacia.
Esta composição diversificada de atores empresariais, científicos e do ativismo é talvez a mais promissora expressão de um projeto voltado ao desenvolvimento sustentável na América Latina.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.