Agência FAPESP – O Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação reunirá, nesta sexta-feira (27/05), cientistas ligados ao desenvolvimento de políticas públicas na área de...
Em novo fascículo do livro comemorativo dos 60 anos da Fapesp, pesquisadores avaliam como a ciência pode responder aos grandes desafios nacionais para o...
Os autores do relatório também ressaltam que já há opções de soluções tecnológicas disponíveis para todos os setores econômicos que podem permitir reduzir as emissões de GEE pela metade até 2030.
Movimentos sociais e organizações ambientalistas protestam contra a exploração petrolífera e apontam riscos pela proximidade dos blocos de unidades de conservação
Emissões globais precisam cair 43% até 2030 para evitar aumento acima de 1,5 ºC, segundo o IPCC. Governo brasileiro divulgou meta menos ambiciosa do...
O boom recente de carros elétricos tem animado montadoras em grandes mercados internacionais, principalmente na Europa, nos Estados Unidos e China. No entanto, a América Latina,...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.