Abominamos essa dicotomia de salvar vidas ou manter a economia. Essas realidades não podem, de modo algum, ser dissociadas, muito menos colocadas em hierarquia. A questão prioritária e essencial é a primazia da vida humana.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos