”A gestão econômica do Brasil está muito mais preocupado em arrecadar do que estimular os investimentos, como argumentou Robson Andrade em seu último artigo. Para além dos auxílios, a urgência é a geração do emprego e a retomada do crescimento”.
Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.