“Muitos de nós estamos acostumados e conformados no confinamento em uma condição de participantes secundários em uma construção primariamente nossa. Romper estas estruturas é um desafio que necessitará de um esforço amplo e integrado. Estamos dispostos a trilhar esta caminhada como um sonho a ser realizado?”
Uma possível saída é reformatar o problema: como aproveitar a Amazônia para gerar riqueza hoje e sempre para a região, para o Brasil e para o mundo? Esta deveria ser a pergunta a ser enfrentada pelos brasileiros. O ajuste da pergunta leva a uma mudança de perspectiva. O que estamos errando em nossos debates é sobre as perguntas e não com respeito às respostas.
Enquanto os alertas se concentram nos incêndios de 2027, a redução das chuvas pode alcançar muito antes os rios, os portos, o abastecimento do interior e as linhas de produção do Polo Industrial de Manaus