Os dados do Sistema de Mercadoria Nacional (SIMNAC) da Suframa mostram que o comércio teve participação importante nesse crescimento.
Ingresso de Mercadoria Nacional (PINs) internados...
Evento reuniu especialistas e representantes de órgãos e entidades públicas e privadas que atuam no planejamento e execução de atividades do setor.
Com o objetivo...
A economia brasileira registrou um crescimento de 1,2% no primeiro trimestre de 2021, em relação ao trimestre anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.