Parceria com instituições, lideradas pela Prefeitura de Atalaia do Norte, define estratégia para manejo de biodiversidade no Vale do Javari
“A medida visa garantir a...
Por Jaqueline Sordi- Mongabay
Apesar do olhar crítico sobre as gestões anteriores do PT na área ambiental, o líder indígena Beto Marubo acredita que o presidente...
Solenidade aconteceu em Atalaia do Norte, no interior do estado, e reuniu 34 formandos das etnias Marubo, Matis, Matses e Kanamari.
Por g1 AM
A primeira...
Os membros da Comissão Temporária do Senado sobre a Criminalidade na Região Norte aprovaram na última 3ª feira (16/8) um relatório que pede a ação das Forças...
A intensificação do desmatamento na Amazônia está sendo sentida mesmo em áreas que estão legalmente protegidas da destruição, como é o caso das Unidades...
Por Kátia Brasil | Amazônia Real
O aparecimento de indígenas isolados em áreas próximas de aldeias de indígenas contatados na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas,...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.