"Enquanto não houver investimentos desiguais por regiões, onde as mais pobres com mais investimento, com 2,5% do PIB, ao menos, para as regiões menos...
Ao conjugar os alertas de Karp com os sinais de esperança que brotam da própria Amazônia, vemos que a guerra do futuro não será apenas bélica, mas cultural e civilizatória. Venceremos não com bombas, mas com conhecimento; não com medo, mas com floresta; não com algoritmos neutros, mas com jovens programando o futuro da sua própria terra.
A recente decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que reconheceu a validade dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus e impediu a glosa dos créditos de ICMS por parte do estado, foi comemorada com discrição por representantes da indústria da Amazônia. Discrição, porque a vitória jurídica não elimina o principal problema: o Brasil teima em ignorar a Constituição quando se trata da Amazônia. É o que afirma Nelson Azevedo, empresário e dirigente industrial com longa trajetória de defesa do Polo Industrial de Manaus (PIM) e da Zona Franca como plataforma de desenvolvimento nacional e proteção ambiental.
Nesta entrevista ao Brasil Amazônia Agora, Azevedo analisa os efeitos da decisão judicial, os riscos da interpretação da Reforma Tributária e a recorrente tentativa de esvaziar o modelo que, há mais de 50 anos, transforma a Amazônia em território produtivo. Com lucidez, o líder empresarial sentencia: “A Justiça só está cumprindo o que a Constituição manda. Ingênuos são os que acreditam que a reforma tributária nos trará tranquilidade”.
"Aposentados e pensionistas, patrimônio vivo da nação, deveriam ter acesso integral à saúde, moradia, cultura e dignidade. Mas recebem migalhas, são esquecidos, invisíveis. Transformá-los...
"A comunicação pública, portanto, não é mero instrumento, mas um fundamento de legitimidade — expressa o valor da comunicação ao tornar visível o que...