A presença das Forças Armadas na Amazônia nunca foi apenas uma operação militar. Sempre foi — e cada vez mais precisa ser — um projeto de Estado, de Nação e de futuro. Em tempos de instabilidade geopolítica, mudança climática e pressão internacional sobre os biomas tropicais, o Comando Militar da Amazônia (CMA) reafirma seu papel como guardião não apenas das fronteiras físicas, mas também das fronteiras do conhecimento, da presença institucional e da soberania cidadã.
Acelerar as cadeias sustentáveis da indústria, incluindo a eletroeletrônica verde, a biotecnologia, a reciclagem de resíduos perigosos e a produção de alimentos naturais.
De um lado, o Polo Industrial de Manaus arrecada mais de R$ 13 bilhões por ano em tributos federais, estaduais e contribuições setoriais, posicionando o Amazonas entre os maiores contribuintes líquidos da Receita Federal no país. De outro, assistimos à ausência de planejamento estruturado, transparência e compromissos vinculantes com o uso desses recursos.