Os alertas deixaram o campo das projeções e entraram no tempo presente, pressionando ciência, economia e geopolítica a operar em um regime de urgência climática.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura