Com uma redação confusa, o Senado alterou na quarta (20/10) a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Na superfície, duas alterações se destacam: antecipa...
A profissão de enfermagem nunca ganhou tanto destaque como nos últimos anos. A capacidade para se adaptar, o conhecimento técnico-científico e o bom relacionamento interpessoal são...
Em Manaus, a Atenção Primária de Saúde, gerenciada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), registrou 8.522 atendimentos relacionados à ansiedade, depressão e alterações do...
Portaria foi publicada hoje no Diário Oficial da União
O Ministério do Trabalho e Previdência publicou hoje (9), no Diário Oficial da União, uma portaria...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.