Matos prevê crescimento de 4,9% para este ano e de 1,5% no ano que vem, mas com risco para esses números, muito influenciados pelo carregamento estatístico.
"É provável que o Banco Central do Brasil tenha de iniciar um ciclo de normalização da política monetária ao longo deste ano. Mas é fora de propósito provocar a fúria da onça com vara curta, defendendo alta exorbitante da Selic para este ano, em meio à tragédia de perdas evitáveis de vidas humanas, da perda de emprego e da economia cambaleante."