Pesquisadores projetam que, se as emissões continuarem elevadas, haverá o dobro de eventos de rios voadores sobre a Antártica até 2100 e um aumento de até 2,5 vezes na precipitação associada a eles.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo