Pesquisadores projetam que, se as emissões continuarem elevadas, haverá o dobro de eventos de rios voadores sobre a Antártica até 2100 e um aumento de até 2,5 vezes na precipitação associada a eles.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.